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CARTA MENSAL – MAIO 2026

2026-06-09T16:25:49-03:00

“No cenário internacional, o mês de maio foi marcado pelas negociações entre EUA e Irã, que seguiram sem confirmação de acordo, mas com crescente otimismo ao final do mês. No Brasil, os desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro e sua relação com Daniel Vorcaro trouxeram volatilidade ao cenário eleitoral, com piora nas pesquisas da oposição e melhora marginal de Lula. Estamos com baixo risco, aguardando uma deterioração adicional dos ativos brasileiros para voltar com as posições.” INTERNACIONAL Maio foi mais um mês dominado pelo conflito envolvendo Irã, Israel e EUA. As perguntas seguem as mesmas: quando o Estreito de Ormuz reabre, quando o fluxo de petróleo normaliza e quando os estoques se recompõem. Mesmo que a reabertura [...]

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CARTA MENSAL – ABRIL 2026

2026-05-12T16:35:04-03:00

“No cenário internacional, o mês de abril foi marcado pela evolução do conflito entre EUA e Irã, que dominou o noticiário e condicionou as decisões de política monetária globais. No Brasil, o Copom cortou a Selic em 25 bps e sinalizou ciclo menor que o previsto. No cenário eleitoral, o governo sofreu mais uma derrota ao não conseguir a aprovação do Messias para o STF. Seguimos com o risco baixo aguardando um desfecho do conflito entre EUA e Irã.” INTERNACIONAL O mês de abril foi marcado por uma intensa volatilidade nos preços do petróleo, ditada pelo fluxo de notícias sobre o conflito no Oriente Médio. Ao longo do período, a percepção de que um acordo [...]

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A POLÍTICA MONETÁRIA NO AMBIENTE INCERTO

2026-04-29T13:22:27-03:00

Copom se encontra num ponto importante que exige mudança na estratégia imaginada anteriormente Esta semana concentra reuniões dos principais bancos centrais do mundo, com destaque para o Fomc e para o Copom. O pano de fundo é o mesmo em todos os casos: a alta recente do petróleo e a necessidade de reavaliar a velocidade dos cortes de juros previamente sinalizados. O que muda é a posição de partida de cada autoridade monetária. No caso do BCB, há um conjunto de choques domésticos que exige uma comunicação mais cuidadosa.Na última reunião, o ambiente global já apresentava riscos de elevação futura nas taxas de juros ou de postergamento das quedas. Hoje a perspectiva de juros mais elevados é mais latente e tende a interferir nos [...]

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RELATÓRIO | 1º TRIMESTRE 2026

2026-04-24T04:42:37-03:00

RELATÓRIO | 1º TRIMESTRE 2026 O PREÇO DO RISCO E O RISCO DO PREÇO: VALUE INVESTING EM CRÉDITO PRIVADO SÉRIE FATORES DE RISCO EM CRÉDITO PRIVADO: PARTE I — VALOR Prezado cotista, leitor e parceiro, Voltamos. E dessa vez com algo que, acredito, vai fazer você pensar um pouco diferente sobre como se analisa um portfólio de crédito. Antes de entrar no tema desta edição, aproveitamos para convidar os leitores mais recentes a revisitarem nossas duas últimas cartas: a do 3T25, "Além do Balanço: O Peso da Governança no Crédito", e a do 4T25, "Crédito em Perspectiva: Lições do Passado para o Próximo Ciclo". Sei que pode parecer contraintuitivo recomendar material com três e seis meses de defasagem num mercado que muda todo [...]

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CARTA MENSAL – MARÇO 2026

2026-04-07T22:34:07-03:00

“O início da guerra entre EUA e Israel contra o Irã desencadeou uma crise energética devido ao fechamento do Estreito de Ormuz. O preço do petróleo e do gás disparou, afetando os mercados. No Brasil, apesar de nos beneficiarmos como país exportador de commodities, a alta do preço de energia impactou o potencial ciclo de afrouxamento monetário. Optamos por reduzir o risco dos portfólios, aguardando o desenrolar da guerra. Seguimos comprados em EWZ contra a bolsa americana.” INTERNACIONAL A grande discussão global segue centrada no conflito entre Irã, Israel e EUA, com foco na trajetória do petróleo e nas implicações macroeconômicas de um desfecho que ainda parece distante. Nossa hipótese é que nem os EUA [...]

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A AMEAÇA DO PETRÓLEO

2026-03-18T10:51:22-03:00

Eclosão do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã adicionou variável que bagunçou perspectivas de juros no mundo todo Após um longo e necessário período de ajuste na taxa básica de juros, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil se reúne hoje com a intenção de iniciar um período de redução da Selic. Esse movimento foi definido pelo próprio diretor do BCB, Nilton David, como uma “calibragem”. O plano original da autoridade monetária era inaugurar esse processo de corte com movimentos de 50 pontos-base (0,5 ponto percentual), mas a eclosão do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã adicionou uma variável que bagunçou as perspectivas de juros no mundo todo. O que testemunhamos nos últimos dias foi uma forte reprecificação: [...]

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CARTA MENSAL – FEVEREIRO 2026

2026-03-09T13:50:05-03:00

“O otimismo referente à inteligência artificial enfrentou questionamentos ao longo do mês, com discussões mais intensas a respeito dos seus impactos para o mercado de trabalho e inflação, afetando ativos de tecnologia. A derrubada de parte das tarifas americanas pela Suprema Corte e atividade ainda resiliente foram relevantes, mas no fim do mês as atenções ficaram voltadas para o início dos conflitos no Oriente Médio. O Brasil seguiu se beneficiando do fluxo estrangeiro e do avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas eleitorais, aguardando agora o breve início do ciclo de cortes de juros. O portfólio segue com posições mais relevantes no mercado de juros local, mas mantemos pequena compra de bolsas em países emergentes, além de trades mais táticos no juro [...]

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CARTA MENSAL – JANEIRO 2026

2026-02-06T01:28:34-03:00

“A captura de Maduro e a imposição de tarifas relativas à Groenlândia aceleraram o movimento de diversificação do dólar. As commodities metálicas chegaram a subir entre 15% e 60% antes de sofrerem uma forte reversão no final do mês. O Brasil se beneficiou do movimento de diversificação de ativos ao longo de janeiro e o Copom anunciou o início do ciclo de cortes em março. Seguimos comprados em bolsas de países emergentes contra a bolsa americana e aumentamos o risco no mercado de juros local.” INTERNACIONAL Desde o final do ano passado, a estratégia de segurança nacional dos EUA ganhava espaço no debate econômico com o lançamento de um novo documento, cujo conteúdo defendia “paz [...]

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SUPERQUARTA E O RENASCER DOS EMERGENTES

2026-01-28T13:43:06-03:00

Analistas e gestores buscam entender se o forte fluxo que estamos vendo de compras de commodities e países emergentes é sustentável no longo prazo Hoje é dia de superquarta com as decisões de política monetária nos EUA e no Brasil, que normalmente adicionam volatilidade ou alteram tendências de médio prazo, principalmente nas decisões do Federal Reserve sobre os juros nos EUA, que impactam o mundo. Porém, o real interesse dos analistas e gestores é se o forte fluxo que estamos vendo de compras de commodities e países emergentes é sustentável no longo prazo. Será o renascimento dos emergentes? Nas primeiras semanas de janeiro, as commodities metálicas como ouro, prata e platina sobem entre 15% e 50%. As bolsas de países emergentes na [...]

SUPERQUARTA E O RENASCER DOS EMERGENTES2026-01-28T13:43:06-03:00

CARTA MENSAL – DEZEMBRO 2025

2026-01-12T14:26:50-03:00

“No cenário internacional, a queda dos juros nos EUA e os indicadores econômicos mais positivos sustentaram um ambiente construtivo para ativos de risco. No Brasil, o lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro alterou o quadro eleitoral, impactando os ativos locais. Entramos em 2026 com uma postura cautelosa em relação ao processo eleitoral. A realocação global deve continuar direcionando fluxo para países emergentes e para commodities. Diante disso, estamos concentrando maior parte do risco no mercado internacional, com alocações em bolsas da América Latina e exposição adicional em ouro.” INTERNACIONAL Após a desaceleração do mercado de trabalho observada ao longo do segundo semestre do ano passado — movimento que abriu espaço para os três cortes de [...]

CARTA MENSAL – DEZEMBRO 20252026-01-12T14:26:50-03:00
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