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CARTA MENSAL – MARÇO 2022

2022-04-06T18:30:40-03:00

“A aceleração da inflação global continua sendo o tema principal de 2022. EUA e Europa seguem apresentando números muito fortes de atividade e os bancos centrais estão reagido com a sinalização de aperto das condições financeiras. No Brasil, a inflação foi revisada de 6,50% para 7,50% em 2022, dados os efeitos negativos da guerra, e com o Banco Central sinalizando o fim do ciclo com a Selic em 12,75%. As autoridades monetárias dos países desenvolvidos seguirão retirando os estímulos que foram concedidos durante a pandemia, subindo o tom a cada comunicação, o que deve continuar trazendo instabilidade para juros e bolsas globais. No Brasil, a reabertura econômica segue forte e a sinalização do fim do ciclo de altas do juro vai ajudar o setor [...]

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O RACHA ENTRE OCIDENTE E ORIENTE VAI APROFUNDAR A DESGLOBALIZAÇÃO

2022-03-16T11:45:39-03:00

A China vai incentivar o crescimento de seu mercado interno e vai passar a não exportar mais deflação para o mundo A entrada da China na World Trading Organization (WTO) em 1997 foi o marco no processo de globalização, com a admissão de milhões de novos trabalhadores na força de trabalho global. A China de Deng Xiaoping se abriu para o mundo, proporcionando ganhos de produtividade com a introdução de uma mão de obra barata e especializada. Junto com a evolução da tecnologia, proporcionou um choque deflacionário no mundo. O mundo se aproveitou desse bônus demográfico com a China exportando deflação e conseguiu ter taxa acelerada de crescimento com um juro nominal e real em constante queda. Os primeiros sinais do fim [...]

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CARTA MENSAL – FEVEREIRO 2022

2022-03-08T19:47:57-03:00

“Os bancos centrais de países desenvolvidos continuaram sinalizando aperto das condições financeiras para combater a escalada da inflação. O início da guerra entre Rússia e Ucrânia trouxe um novo choque no preço das commodities e incertezas pra economia global. No Brasil, o fluxo positivo continua forte e tem ajudado a sustentar o preço dos ativos locais. As fortes sanções econômicas impostas à economia russa adicionam dúvidas sobre uma possível recessão na Europa. No Brasil, a busca por juros altos e países exportadores de commodities devem continuar atraindo fluxo para os ativos de risco, mas a inflação alta e juros mais elevados podem afetar o cenário para atividade.” INTERNACIONAL A dinâmica global tomou outro rumo desde o momento em [...]

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CARTA MENSAL – JANEIRO 2022

2022-03-07T19:19:18-03:00

“O mercado internacional teve um início de ano com abertura de juros e quedas nas bolsas lideradas por ações de tecnologia. O FED continua sinalizando aperto das condições financeiras, antecipando a expectativa de alta de juros e de retirada de liquidez com a redução do balanço. No Brasil, o destaque foi o forte fluxo de capitais estrangeiros que impulsionou os ativos locais. Os principais bancos centrais de países desenvolvidos estão sinalizando aperto para combater a escalada da inflação. Após anos de injeção de liquidez, essa retirada deve impactar principalmente o preço das bolsas globais que se beneficiaram desse excesso de liquidez nos últimos anos. No Brasil, a volta do ano legislativo traz preocupações com o cenário fiscal com discussões de PECs para reduzir impostos [...]

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A SELIC NOS TEMPOS DE APERTO GLOBAL

2022-02-02T14:54:12-03:00

Copom se reúne no momento em que Fed sinaliza processo de redução de estímulos monetários e diante de inflação doméstica que não dá trégua Em seu último comunicado, o Copom sinalizou que o ambiente global havia se tornado menos favorável diante do receio das principais autoridades com relação à continuidade das pressões inflacionárias, o que tornaria a liquidez mais desfavorável para os países emergentes, gerando depreciação cambial devido à saída de recursos para locais mais seguros. Desde então, o ambiente global vem caminhando na direção de maior persistência da inflação, com o forte aumento da demanda gerando pressão generalizada de preços em quase todos os segmentos e países. Em resposta a esse ambiente, os responsáveis pela condução da política econômica têm iniciado [...]

A SELIC NOS TEMPOS DE APERTO GLOBAL2022-02-02T14:54:12-03:00

CARTA MENSAL – DEZEMBRO 2021

2022-01-07T12:19:06-03:00

“A preocupação com o avanço da variante Ômicron se reduziu ao longo do mês devido à baixa letalidade. O mercado internacional teve um final de ano positivo liderado pela bolsa americana. No Brasil, a preocupação com reajuste de servidores impediu um fechamento melhor. A mudança de postura do banco central americano em acelerar o tapering para abrir espaço para subir o juro no primeiro semestre de 2022 torna o cenário mais desafiador para os mercados emergentes. No Brasil, apesar dos preços muito atrativos, a incerteza com a agenda econômica dos candidatos à eleição vão adicionar volatilidade. Seguiremos com posições mais táticas, buscando grandes assimetrias ao longo o ano.” INTERNACIONAL À medida em que as informações sobre a variante ômicron [...]

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UM ANO DIFÍCIL PARA A CONDUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA

2021-12-08T15:19:45-03:00

Em 2021, adicionou-se à instabilidade política e econômica doméstica o choque nos mercados globais O Copom se reúne hoje em sua última reunião do ano. Esse foi sem dúvida um dos anos mais difíceis para participar dos comitês de política monetária. Após a crise pandêmica de 2020, não se imaginava que teríamos um ano tão desafiador logo em sequência. Quando se conduz a política monetária em um país emergente, em especial o Brasil, sabe-se que será necessário enfrentar algumas crises esporadicamente. Em 2021, adicionou-se aos choques idiossincráticos domésticos (instabilidades política e econômica) o choque nos mercados globais. O forte estímulo fiscal implementado principalmente pelos EUA provocou um choque de demanda em bens, ao mesmo tempo em que novas ondas de contaminação da [...]

UM ANO DIFÍCIL PARA A CONDUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA2021-12-08T15:19:45-03:00

CARTA MENSAL – NOVEMBRO 2021

2021-12-07T18:54:20-03:00

“A recondução do Jerome Powell para mais um mandato como presidente do FED, junto a números fortes da economia americana, levaram o comitê a indicar uma aceleração do tapering na próxima reunião. A nova variante, Ômicron, assustou o mundo e contaminou os ativos de risco. No Brasil, a PEC dos Precatórios avançou no congresso e a inflação deu o primeiro sinal de que pode ter feito pico. O cenário internacional vai seguir volátil com o aperto das condições financeiras por parte do FED, mesmo com a incerteza sobre o impacto da nova variante na atividade. No Brasil, a melhora da inflação e a redução dos riscos fiscais vão ajudar os ativos brasileiros a reduzirem a underperformance com relação ao mercado internacional.” [...]

CARTA MENSAL – NOVEMBRO 20212021-12-07T18:54:20-03:00

CARTA MENSAL – OUTUBRO 2021

2021-11-05T16:01:42-03:00

“A forte alta na parte curta da curva de juros dos países desenvolvidos trouxe preocupação com antecipação do ciclo de aperto das condições financeiras com a redução da liquidez global. O cenário para os países emergentes se tornou ainda mais desafiador com a desaceleração da China e a “desancoragem” da parte curta da curva de juros global. No Brasil, a perda de confiança com a âncora fiscal dada a discussão de alterar os parâmetros da regra do teto de gastos para acomodar políticas sociais e emendas parlamentares, potencializou a piora dos ativos brasileiros. Seguimos com risco reduzido. O cenário internacional continua desafiador para os países emergentes. No Brasil, apesar dos preços estarem, na nossa visão, bastante atrativos, falta um trigger de reversão dessa dinâmica [...]

CARTA MENSAL – OUTUBRO 20212021-11-05T16:01:42-03:00

OS PASSOS ERRADOS DA POLÍTICA

2021-10-27T18:23:22-03:00

Estrago no teto de gastos já foi feito Na semana passada, assistimos à flexibilização do teto de gastos a partir da PEC dos precatórios. A decisão do presidente Jair Bolsonaro de conduzir esta manobra carrega uma semelhança com a decisão do ex-presidente da Argentina Mauricio Macri, ao alterar, em 2017, as metas de inflação para os anos seguintes (de 10% para 15% em 2018 e de “abaixo de 5%” para “abaixo de 10%” em 2019). A justificava à época era de que as metas estabelecidas em 2016 foram calculadas em um contexto de incerteza e volatilidade e que agora o governo possuía uma visão mais clara sobre os preços da economia e a política monetária. Ao fim e ao cabo, o objetivo [...]

OS PASSOS ERRADOS DA POLÍTICA2021-10-27T18:23:22-03:00
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