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CARTA MENSAL – AGOSTO 2024

2024-09-06T11:32:59-03:00

“O presidente do Fed, Jerome Powell, sinalizou no Simpósio de Jackson Hole que o ciclo de cortes de juros começará em setembro, e que o ritmo dependerá dos indicadores do mercado de trabalho. No Brasil, o excesso de comunicação dos diretores do BCB trouxe muita volatilidade aos ativos. Mantemos as posições aplicadas em juros internacionais como o principal risco dos fundos. Apesar da forte alta da bolsa, ainda acreditamos que os valuations estão muito atrativos. Dessa forma, seguimos comprados em Brasil, com proteções na bolsa americana. O início do ciclo de queda de juros nos EUA deve acelerar o retorno do fluxo para os países emergentes, beneficiando os ativos brasileiros.” MACROECONOMIA O assunto mais importante na economia [...]

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CARTA MENSAL – JULHO 2024

2024-08-07T19:58:51-03:00

“O Fed abriu a porta para corte de juros em setembro após números de inflação benignos e mercado de trabalho arrefecendo. No Japão, o BoJ subiu o juro e acelerou desmonte de operações de carry trade com a valorização do YEN. No Brasil, o contingenciamento acima do esperado não foi suficiente para arrefecer a desconfiança com o cenário fiscal à frente. Seguimos com as posições aplicadas em juro internacional como o principal risco dos fundos, seguido de uma pequena compra de carteira de ações na bolsa brasileira, com proteções vendidas nas bolsas globais. A desaceleração da economia americana e o ambiente de aversão a risco proporcionado pelo desmonte das operações de carry trade ditarão o tamanho do orçamento de cortes da taxa de [...]

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COPOM PRESSIONADO

2024-07-31T15:43:04-03:00

Comitê tem que se mostrar vigilante para conter deterioração de expectativas, mas ganhar tempo e ver se câmbio se acomoda em resposta a corte de juro nos EUA e perspectiva de arcabouço fiscal funcional O Copom se reúne hoje pressionado para sinalizar que está disposto a aumentar o juro para conter a piora das expectativas de inflação em uma semana de importantes decisões de política monetária no mundo, tais como a do Fed (banco central americano), BoJ (banco central japonês) e BoE (banco central inglês), que terão impactos importantes na dinâmica do juro global e na trajetória do câmbio. O Fed tem a tarefa mais fácil. A inflação voltou para a trajetória benigna do final do ano passado, com a divulgação dos [...]

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CARTA MENSAL – JUNHO 2024

2024-07-04T20:33:35-03:00

“Os dados econômicos seguiram corroborando um cenário mais positivo para início ou continuidade do processo de flexibilização monetária ao redor do mundo. O contexto político ganhou mais relevância no mês com o primeiro debate presidencial americano, eleições na Europa e no México. No Brasil, o cenário vem se deteriorando por conta da postura do governo diante da autoridade monetária e dos desafios fiscais. Estamos mantendo as posições de venda de juros e compra de inclinação no Reino Unido e nos EUA, respectivamente. No Brasil, permaneceremos atuando com menor risco e de forma tática tendo em vista as crescentes incertezas.” MACROECONOMIA As indicações acerca de uma possível desaceleração da atividade econômica americana se avolumam, deixando de ser uma [...]

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O BANCO CENTRAL ENFRENTA UM DILEMA

2024-06-19T12:06:48-03:00

Como iniciar um processo de retomada de credibilidade que vem sendo perdida desde a última reunião do Copom? O comitê de política monetária (Copom) se reúne diante de um processo decisório interessante, no qual temos uma combinação de taxa de juros real ainda em patamar elevado e comportamento benigno da inflação corrente, mas com a necessidade de ser duro em relação aos passos futuros. O pouco tempo de existência da autonomia do Banco Central do Brasil, aprovada em 2021, ainda deixa dúvidas sobre conduções futuras de política monetária, principalmente nos momentos de mudanças de diretoria. O receio de que uma nova diretoria não se mostre comprometida o suficiente com o combate à inflação pode levar os agentes econômicos a elevarem suas projeções [...]

O BANCO CENTRAL ENFRENTA UM DILEMA2024-06-19T12:06:48-03:00

CARTA MENSAL – MAIO 2024

2024-06-07T14:14:23-03:00

“O arrefecimento da atividade nos EUA trouxe tranquilidade para o Fed sinalizar que o cenário à frente é de estabilidade ou queda de juros, eliminando um risco de alta implícito pelo mercado. No Brasil, a divisão do Copom e a troca do presidente da Petrobras aumentaram a incerteza e a preocupação de ingerência política na economia. Com os sinais recentes de desaceleração da atividade, voltamos a aumentar o risco na venda de juros no Reino Unido e nos EUA. No Brasil, encerramos as posições e vamos atuar mais taticamente até identificarmos um trigger importante para reverter essa underperformance.” MACROECONOMIA A grande dúvida que paira no ar com relação aos desenvolvimentos macroeconômicos globais é sobre o tamanho da [...]

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OS QUATRO CENÁRIOS DO COPOM

2024-05-08T14:09:08-03:00

Por mais que a incerteza com o ambiente externo tenha se reduzido, a doméstica permanece elevada O Copom se reúne hoje, após um mês de muita volatilidade no cenário global e piora da perspectiva fiscal no Brasil. A mudança da meta fiscal de 2025, de um superávit de 0,5% do PIB para estabilidade, trouxe mais incerteza para o horizonte relevante do Banco Central, que, adicionada à dúvida em relação ao cenário de corte de juros nos EUA, levou o presidente do BC, Roberto Campos Neto, durante as reuniões do FMI em Washington, a derrubar o “forward guidance” do Copom que indicava uma queda de 0,50% nessa reunião. O presidente do BC deixou em aberto quatro hipóteses. A primeira é a de que, [...]

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CARTA MENSAL – ABRIL 2024

2024-05-07T19:27:29-03:00

“A inflação de março nos EUA surpreendeu pra cima, puxada pelo componente de serviços, contaminando o ambiente de risco global. No Brasil, apesar dos núcleos de inflação voltarem a mostrar convergência para a meta, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sinalizou durante as reuniões do FMI que o Copom não podia mais se comprometer com o ciclo de queda pré-estabelecido. Diante dos pontos mencionados acima, optamos por reduzir o risco em renda fixa, aguardando mais evidências sobre os indicadores de atividade e inflação do segundo trimestre nos EUA, para voltar para as posições. Seguimos com comportamento mais tático em renda variável, com a venda de bolsa americana e a compra de bolsa brasileira.” INTERNACIONAL O [...]

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CARTA MENSAL – MARÇO 2024

2024-04-05T16:55:14-03:00

“A inflação na Europa, no Reino Unido e no Canadá voltaram a surpreender para baixo, retomando a trajetória benigna do ano passado. A Suíça surpreendeu com corte de 0,25%, e o Japão iniciou processo de normalização do juro, porém os EUA seguem com atividade robusta, gerando pressão altista no juro global. No Brasil, o banco central alterou o comunicado, garantindo o ritmo de 50 bps apenas na próxima reunião. Continuamos na tese aplicada em juros globais, aguardando algum sinal de fraqueza da economia americana para aumentar as posições. O Brasil segue ficando de fora do rally das bolsas globais. Seguimos com posições mais táticas em cases micro nos lados long e short” MACROECONOMIA O grande foco macroeconômico [...]

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PARA ONDE VAI A TAXA DE JUROS?

2024-03-20T13:38:57-03:00

Ainda teremos que esperar para voltar a conviver em um mundo com juros mais baixos Hoje teremos as tradicionais reuniões dos conselhos de política monetária dos bancos centrais do Brasil e dos EUA. Desde a primeira reunião de 2024, alguns pontos importantes foram adicionados à dinâmica macroeconômica e tornaram as decisões de política monetária ainda mais difíceis. Por mais que a decisão de iniciar o ciclo de queda dos “fed fund” se dê na reunião de junho, a boa gestão da política monetária demanda que os sinais mais eloquentes deste processo comecem a ser dados na reunião de hoje. Podemos dizer que o início do processo de corte de juros nos EUA guarda um pouco de semelhança com o ocorrido no Copom. [...]

PARA ONDE VAI A TAXA DE JUROS?2024-03-20T13:38:57-03:00
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