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NOVUS CAPITAL APOSTA EM CRESCIMENTO DA ESTRATÉGIA DE DEBÊNTURES INCENTIVADAS

2025-02-26T15:54:53-03:00

A Novus Capital está animada com seu fundo de debêntures incentivadas, o caçula da prateleira da gestora carioca. Prestes a completar seis meses, o produto que une a estratégia de renda fixa ativa da casa à de crédito privado da cearense Grifo Asset - comprada em setembro do ano passado - já possui mais de R$ 80 milhões em patrimônio, mantendo o ritmo de captação num ano que foi positivo para o segmento, mas com um cenário macroeconômico difícil. A expectativa, agora, é continuar crescendo. “Não demos o passo no crédito por conta do boom no mercado, já pensávamos nisso há mais de dois anos. Mas temos calma. Não é sobre pensar em quintuplicar e colocar dinheiro para dentro a qualquer custo. A gente atua em [...]

NOVUS CAPITAL APOSTA EM CRESCIMENTO DA ESTRATÉGIA DE DEBÊNTURES INCENTIVADAS2025-02-26T15:54:53-03:00

CARTA MENSAL – JANEIRO 2025

2025-07-08T18:49:37-03:00

“No cenário internacional, o destaque do mês foi a posse do presidente Donald Trump, que já vem direcionando ações para as principais temáticas de seu mandato: imigração, tarifas e energia. No Brasil, o Copom optou por elevar a Selic em 1%, mas surpreendeu por não referendar a retórica hawk adotada na última decisão. Os dados econômicos vêm demonstrando pressão altista na inflação, principalmente no núcleo de serviços, e alguns indícios de arrefecimento da atividade. O fluxo de rotação de saída de ações de tecnologia ajudou a direcionar recursos para economias emergentes. Esse fluxo, somado a um posicionamento leve no Brasil, ajudou no forte movimento na bolsa, no dólar e nos juros. Reduzimos as posições pessimistas em Brasil e, lá fora, seguimos comprados em [...]

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COMO O COPOM DEVE REAGIR A UMA MUDANÇA NA INFLAÇÃO?

2025-01-29T14:16:21-03:00

Solução no momento passa por reafirmar retórica mais dura Segundo a definição do próprio Banco Central do Brasil, a inflação é o aumento dos preços de bens e serviços e implica a diminuição do poder de compra da moeda. A população brasileira conviveu por um longo período com inflação descontrolada, que exigiu uma verdadeira batalha em 1994 para moderar seu comportamento e, desde então, a sociedade já emitiu diversos sinais de que não aceita o retorno deste fenômeno.O controle inflacionário se tornou uma conquista da população brasileira e experimentou um de seus melhores momentos quando, mesmo na presença de diversas forças contrárias, houve reafirmação de uma meta de inflação ousada no patamar de 3%. Esse passo permitiu que as expectativas de inflação recuassem, abriu [...]

COMO O COPOM DEVE REAGIR A UMA MUDANÇA NA INFLAÇÃO?2025-01-29T14:16:21-03:00

CARTA MENSAL – DEZEMBRO 2024

2025-01-09T13:37:38-03:00

“Os membros do Fed optaram por mais um corte de 0,25% em dezembro, totalizando redução de 1% ao longo de 2024. Entretanto, a última decisão do ano foi marcada por relevantes revisões altistas das projeções de inflação e juros. No Brasil, diante das consecutivas pioras no contexto econômico, incluindo desidratação do pacote fiscal e tensão entre os 3 poderes, o Copom foi na direção contrária, subindo a Selic em 1% e anunciando mais 2 altas de mesma magnitude. A venda significativa da reserva de dólares também chamou atenção ao longo do mês. Seguimos alocando a maior parte do risco nas posições tomadas em juros americanos e compradas em dólar, atualmente contra o euro e a libra. No Brasil, o elevado nível de incerteza [...]

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UM MOMENTO PERIGOSO

2024-12-11T20:08:35-03:00

Escolhas erradas em termos fiscais vão cobrar o preço de juros e inflação mais elevados Chegamos à última reunião de política monetária do ano de 2024 e a mesma acontece no momento de maior perigo para a condução da economia do país. A tentativa do Ministério da Fazenda de apresentar à sociedade um pacote de restrição fiscal que permita imaginar uma trajetória de despesa pública e dívida sustentáveis para o futuro falhou e passou a impressão de que o atual comando do Executivo tem pouca preocupação em gerar um ambiente de otimismo que permita uma apreciação cambial e uma redução nos custos de financiamento da dívida. A pergunta a ser feita é: como isso bate na decisão do Comitê de Política Monetária [...]

UM MOMENTO PERIGOSO2024-12-11T20:08:35-03:00

CARTA MENSAL – NOVEMBRO 2024

2024-12-06T16:43:17-03:00

“Trump venceu com ampla maioria, conquistando poder para implementar sua agenda de tarifas e redução de impostos, o que tende a impactar positivamente os ativos americanos e negativamente os mercados emergentes. No Brasil, o anúncio do pacote fiscal gerou decepção e aumentou as preocupações com a trajetória da dívida pública. Mantemos posições compradas em dólar global e tomados em juros nos EUA, buscando capturar o maior dinamismo relativo da economia americana em comparação com a europeia. No Brasil, os ativos locais devem continuar incorporando prêmios de risco. Seguimos com posições tomadas em juros e compradas em dólar.” MACROECONOMIA Após a eleição do candidato republicano, Donald Trump, à presidência dos EUA, as expectativas se voltam para os passos [...]

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CARTA MENSAL – OUTUBRO 2024

2024-11-07T20:29:23-03:00

“Houve elevação da volatilidade durante o mês de outubro com a proximidade da eleição americana. No Brasil, por conta da frustração diante da ausência de uma agenda de corte de despesas por parte do governo, não conseguimos aproveitar a melhora do cenário externo com os estímulos da China, e com a queda de juros nos países G10. Com a vitória esmagadora de Trump nas eleições, o ambiente para os países emergentes vai ser desafiador. Estamos concentrando o risco do fundo em posições compradas em dólar contra o euro e tomadas em juros americanos.” MACROECONOMIA Passado o evento mais aguardado do ano, com muito provavelmente uma formação de governo 100% republicano (presidência e as duas casas do Congresso [...]

CARTA MENSAL – OUTUBRO 20242024-11-07T20:29:23-03:00

É TEMPO DE FISCAL

2024-11-06T09:22:33-03:00

Traçando similaridades entre EUA, Reino Unido e Brasil, vemos que há um assunto em comum ao redor do mundo, com consequências econômicas significativas, principalmente para a política monetária Os leitores desta coluna provavelmente já saberão o resultado das eleições dos Estados Unidos, e ela tem implicações relevantes para a trajetória fiscal da mais importante nação do mundo. Traçando similaridades entre Estados Unidos, Reino Unido e Brasil, vemos que há um assunto em comum ao redor do mundo, com consequências econômicas significativas, principalmente para a política monetária. Nos Estados Unidos, a trajetória da dívida pública estimada pelo CBO, órgão do Congresso americano responsável por analisar a dinâmica futura das contas públicas, é que a relação dívida/PIB alcançará 130% entre 2033 e 2034, um [...]

É TEMPO DE FISCAL2024-11-06T09:22:33-03:00

CARTA MENSAL – SETEMBRO 2024

2024-10-07T17:50:35-03:00

"O Fed iniciou o ciclo com um corte de 50 bps e, juntamente com novos estímulos da China, criou um ambiente muito positivo para os países emergentes. No Brasil, o Banco Central iniciou o ciclo de alta de juros, mas isso não foi suficiente para reverter a piora das expectativas, impulsionada pela deterioração fiscal.Estamos com o risco concentrado em ativos ligados a economias emergentes, que devem se beneficiar tanto dos estímulos chineses, quanto do ambiente positivo de queda de juros nos países desenvolvidos. No entanto, os ativos brasileiros ainda dependem de uma sinalização positiva na área fiscal para acompanhar a recuperação dos demais países emergentes." MACROECONOMIA A autoridade monetária dos EUA fez a opção de mostrar ao mercado que [...]

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PIORA NA COMPOSIÇÃO DA DÍVIDA DEIXA BRASIL VULNERÁVEL

2024-09-18T11:55:15-03:00

A cada ponto percentual de aumento da taxa Selic, o impacto na conta de juros é de R$ 47 bilhões por ano O debate em relação à trajetória fiscal de longo prazo voltou ao foco nesta semana, após a aprovação, pelo Congresso, das medidas de compensação para manter a desoneração da folha de pagamento. Apesar do alerta do Banco Central, que afirmou que não iria contabilizar como receita primária a apropriação pelo Tesouro Nacional de recursos esquecidos em bancos por correntistas, o Congresso aprovou por lei que essa receita seria primária e passaria a ser computada no resultado da meta fiscal. A tentativa de manobra no auxílio-gás sem transitar de maneira correta pelo Orçamento também foi mais uma tentativa [...]

PIORA NA COMPOSIÇÃO DA DÍVIDA DEIXA BRASIL VULNERÁVEL2024-09-18T11:55:15-03:00
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