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CARTA MENSAL – JANEIRO 2026

2026-02-06T01:28:34-03:00

“A captura de Maduro e a imposição de tarifas relativas à Groenlândia aceleraram o movimento de diversificação do dólar. As commodities metálicas chegaram a subir entre 15% e 60% antes de sofrerem uma forte reversão no final do mês. O Brasil se beneficiou do movimento de diversificação de ativos ao longo de janeiro e o Copom anunciou o início do ciclo de cortes em março. Seguimos comprados em bolsas de países emergentes contra a bolsa americana e aumentamos o risco no mercado de juros local.” INTERNACIONAL Desde o final do ano passado, a estratégia de segurança nacional dos EUA ganhava espaço no debate econômico com o lançamento de um novo documento, cujo conteúdo defendia “paz [...]

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SUPERQUARTA E O RENASCER DOS EMERGENTES

2026-01-28T13:43:06-03:00

Analistas e gestores buscam entender se o forte fluxo que estamos vendo de compras de commodities e países emergentes é sustentável no longo prazo Hoje é dia de superquarta com as decisões de política monetária nos EUA e no Brasil, que normalmente adicionam volatilidade ou alteram tendências de médio prazo, principalmente nas decisões do Federal Reserve sobre os juros nos EUA, que impactam o mundo. Porém, o real interesse dos analistas e gestores é se o forte fluxo que estamos vendo de compras de commodities e países emergentes é sustentável no longo prazo. Será o renascimento dos emergentes? Nas primeiras semanas de janeiro, as commodities metálicas como ouro, prata e platina sobem entre 15% e 50%. As bolsas de países emergentes na [...]

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CARTA MENSAL – DEZEMBRO 2025

2026-01-12T14:26:50-03:00

“No cenário internacional, a queda dos juros nos EUA e os indicadores econômicos mais positivos sustentaram um ambiente construtivo para ativos de risco. No Brasil, o lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro alterou o quadro eleitoral, impactando os ativos locais. Entramos em 2026 com uma postura cautelosa em relação ao processo eleitoral. A realocação global deve continuar direcionando fluxo para países emergentes e para commodities. Diante disso, estamos concentrando maior parte do risco no mercado internacional, com alocações em bolsas da América Latina e exposição adicional em ouro.” INTERNACIONAL Após a desaceleração do mercado de trabalho observada ao longo do segundo semestre do ano passado — movimento que abriu espaço para os três cortes de [...]

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O COPOM E O CENÁRIO ELEITORAL

2025-12-10T13:28:07-03:00

Fragmentação dos candidatos da direita aumenta a incerteza, elevando a volatilidade dos ativos domésticos Hoje teremos a última reunião do Copom do ano e o mercado vai estar atento à sinalização dos próximos passos. Após um ciclo de aperto de 450 pontos-base (4,5 pontos percentuais), levando a taxa Selic a 15%, patamar mais alto desde 2006, espera-se uma sinalização de que o período bastante prolongado de juros estáveis se encerre no primeiro trimestre de 2026. O tamanho do ciclo de corte de juros vai depender do cenário eleitoral, que se apresenta mais volátil devido ao lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro, representando a família do ex-presidente. A fragmentação dos candidatos da direita aumenta a incerteza, elevando a volatilidade dos ativos domésticos. A [...]

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CARTA MENSAL – NOVEMBRO 2025

2025-12-08T15:00:22-03:00

“No cenário internacional, o destaque foi a forte realização dos ativos ligados ao varejo americano, acompanhada por quedas expressivas nas ações de tecnologia e no Bitcoin ao longo do mês. O Fed adicionou volatilidade ao sinalizar incerteza quanto ao corte de juros em dezembro, revertendo a comunicação ao final do período e indicando que os cortes deverão ocorrer após a alta da taxa de desemprego. No Brasil, o Copom manteve a Selic em 15%, preservando o tom hawkish adotado nas últimas reuniões, mas abriu espaço para cortes já em janeiro ao incorporar o impacto da isenção de IR em suas projeções. Mantemos a alocação com visão construtiva para o Brasil, com posição comprada em bolsa e aplicada em juros. Nos mercados [...]

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CARTA MENSAL – OUTUBRO 2025

2026-01-16T17:39:27-03:00

“No cenário internacional, a divulgação dos dados americanos seguiu limitada por conta do shutdown. Os EUA e a China chegaram a novos acordos após sanções e ameaças ao longo do mês. No Brasil, a aprovação da isenção do IR por unanimidade trouxe medo de novas medidas populistas para impulsionar o governo em 2026. Voltamos a concentrar as posições em Brasil. O debate sobre segurança pública tende a ajudar os candidatos de direita a se reorganizarem. No mercado internacional, estamos mais táticos com proteções na venda da bolsa americana.” INTERNACIONAL Durante o mês de outubro, elevou-se a incerteza sobre o ponto do ciclo econômico nos Estados Unidos. A ausência de divulgação de estatísticas econômicas oficiais suscitou [...]

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POLÍTICA MONETÁRIA EM TEMPOS INCERTOS

2025-05-07T15:05:16-03:00

Início de um ciclo de cortes de juros no Brasil segue distante Após o furacão que atingiu a economia e os mercados globais desde o “Liberation Day” do início de abril, os comitês de política monetária do Banco Central do Brasil (BCB) e do Federal Reserve (Fed) se reúnem hoje diante de um cenário global bastante diferente daquele observado nas últimas decisões.No plano internacional, a visibilidade segue turva, e muitos dos efeitos ainda precisam ser confirmados pelos indicadores econômicos. Entre as principais incertezas:1. Desaceleração da atividade global - Ainda há dúvidas sobre a intensidade da desaceleração econômica mundial. Historicamente, aumentos de tarifas por grandes economias costumam reduzir o comércio internacional, o que impacta negativamente o crescimento global.2. Pressões inflacionárias divergentes - Há trajetórias distintas [...]

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CARTA MENSAL – ABRIL 2025

2025-07-08T18:46:42-03:00

“No cenário internacional, as tarifas anunciadas no “Liberation Day” trouxeram muita volatilidade para os mercados. A bolsa americana chegou a cair 15%, tendo recuperado a queda antes mesmo do fim do mês, após a postergação da implementação das tarifas por 90 dias. No Brasil, a perspectiva de desaceleração global com o dólar fraco abriu uma janela de oportunidade para o Banco Central anunciar que está próximo do fim do ciclo de alta de juros. Os indicadores de atividade de maio e junho serão chaves para avaliar o impacto na economia global do anúncio das tarifas. Estamos mais táticos nas posições, buscando fechamento de juros e alta da bolsa.” MACROECONOMIA Abril trouxe consigo um novo elemento de incerteza [...]

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CARTA MENSAL – MARÇO 2025

2025-07-08T18:48:52-03:00

“O fluxo de rotação global se acentuou após o anúncio de um pacote expressivo para investimentos em infraestrutura e defesa na Alemanha. A tendência de dólar forte global foi revertida, beneficiando assim os países emergentes. No Brasil, os indicadores de atividade seguem fortes e a inflação de serviços seguiu incomodando o Banco Central, que sinalizou que o ciclo de alta de juros segue firme. O ambiente global segue incerto com o anúncio de tarifas e seus impactos na atividade e inflação no mundo. Estamos com risco reduzido acompanhando os próximos indicadores do Brasil e dos EUA.” MACROECONOMIA O cenário global passa por uma significativa transformação com a imposição agressiva de tarifas protecionistas pelos Estados Unidos. A administração [...]

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COPOM NO MOMENTO DE DESACELERAR

2025-03-19T11:52:29-03:00

Sinalização futura deverá trazer o firme compromisso na necessidade de ancoragem das expectativas de inflação e o reconhecimento de algum progresso ocorrido desde a última reunião Reestimativas indicaram que a economia americana sofrerá de maneira significativa com as medidas impostas pelo novo governo e as outras economias desenvolvidas, como o conjunto da União Europeia e a China devem sofrer menos do que o esperado por conta de medidas adotadas internamente, principalmente a reativação de instrumentos fiscais de forma a contrabalançar possíveis efeitos deletérios das tarifas e de uma desaceleração da maior economia do mundo. Logo, desde a última reunião do Copom, o dólar mostrou enfraquecimento contra as moedas globais. Essa melhora no humor global permitiu com que tivéssemos uma apreciação cambial significativa, [...]

COPOM NO MOMENTO DE DESACELERAR2025-03-19T11:52:29-03:00
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